Palavra do Presidente

A INGOVERNABILIDADE CONTINUA

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A pouco mais de um ano, estávamos vivendo um processo político de ingovernabilidade que culminou com o impeachment da presidente Dilma. O país ficou dividido e ainda guarda resquícios da fissura social, diante dos problemas políticos e econômicos que não foram resolvidos. Hoje caminhamos para a mesma situação. As denuncias e a abertura de processo de investigação contra o atual presidente Temer, faz o governo caminhar a passos largos para um colapso de governabilidade.

As pautas bombas do governo sobre as reformas previdenciária e trabalhista, que subtraem direitos, ferem a representatividade sindical e precariza as relações de trabalho, serviram como visgo para a união da classe trabalhadora, poucas vezes vista no país. A greve geral do dia 28 de abril, a passeata dos mais de 100 mil em Brasília realizada pelas centrais é prova incontestável desse fato.

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COMPANHEIROS

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Estamos atravessando uma das maiores crises vividas no país.

Até o momento não há norte que aponte para melhores dias. O cenário internacional não é nada animador. Uma corrente conservadora, nacionalista e protecionista teve seu cume com a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos.

Agora, é aguardar para ver se o futuro presidente da maior nação do mundo é um bravateiro ou um líder que apresenta perigo para o equilíbrio mundial.

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É INDISPENSÁVEL À NEGOCIAÇÃO

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Começou de forma péssima a tentativa do governo em mexer na CLT e na previdência. A falta de diálogo com as centrais sindicais e a sociedade, estão entre os principais entraves de uma proposta que já nasceu morta.

Nasceu morta, porque não traz nada de novo em se tratando de reforma trabalhista, onde o trabalhador é convidado a pagar uma conta que não é sua.

Aceitar o que está posto pelo governo, é aceitar a supressão de direitos conquistados a base de muito suor, luta e sangue. Se há uma proposta séria para tirar o país da crise, então todo o extrato da sociedade deve ser chamado e ouvido no campo da discussão democraticamente. Não é possível mais, que meia dúzia de burocratas determine de forma monocrática os rumos dos trabalhadores. Nós já vimos este filme no governo que caiu.

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O BRASIL NÃO TEM TEMPO A PERDER!

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O processo de impeachment da presidente Dilma pode dar fim à agonia política ou aprofundar a falta de consenso e governabilidade no país. O fato é que a rápida deterioração da economia compromete qualquer expectativa de recuperação em curto prazo.

E não podemos nos dar ao luxo de colocar em xeque os fundamentos macroeconômicos e as conquistas sociais alcançadas nos últimos 20 anos que alicerçaram o desenvolvimento do Brasil. Esse impasse pode nos afundar no atoleiro de uma nova década perdida ou nos lançar ao desafio de realizar reformas e ajustes essenciais.

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EDITORIAL - SETEMBRO 2015

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A miopia das ações do governo brasileiro, na tentativa de tornar o ajuste econômico em instrumento de saída da atual crise política e econômica, é notória. A velha cartilha do FMI não serviu para nenhum país do mundo sair da crise.

Seu único objetivo é garantir aos chamados investidores, altas taxas de lucratividade, com risco zero, em detrimento da qualidade de vida da população. A taxa de juros básicos de 14,25% ao ano do Brasil é a maior do mundo. Para se ter uma noção comparativa do absurdo que é a nossa taxa: nos EUA é de zero a 0,25% ao ano; no Japão é 0,10%; na Suíça é negativa e que, para deixar dinheiro no banco, o investidor paga até 0,75% ao ano.

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