ADS debaterá retirada de direitos dos trabalhadores

Fonte: Assessoria de imprensa da Força Sindical

Reunião termina amanhã

A ADS (Alternativa Democrática Sindical) realiza hoje, dia 11 e amanhã, dia 12, uma reunião para discutir as atividades realizadas no seu primeiro ano de existência e as ações que serão desenvolvidas a partir deste ano. Nesta entrevista Julio Roberto Gomes, presidente da entidade, que representa 25 milhões de trabalhadores fala sobre o assunto.

Força Sindical – O que pretendem discutir na reunião da ADS?

Julio Roberto Gomes – Estamos aqui reunidos após um ano de fundação como um sindicalismo de valores, de princípios, como um sindicalismo autônomo, independente, democrático e solidário, que atua na defesa dos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras nas Américas e do Caribe. Isso indica que a organização nasceu com um propósito firme, estamos crescendo nos diferentes lugares da região e temos contatos com outras organizações de trabalhadores particularmente nos Estados Unidos e Canadá.

Qual o balanço que o senhor faz desde a criação da ADS até agora?

Em um ano, as realizações foram muito importantes e sobretudo para enfrentar a gravidade da situação que estamos vivendo na região, produto do neoliberalismo e também observando que os governos alternativos tampouco deram uma resposta para as reivindicações dos trabalhadores de tal maneira que vamos realizar reuniões em diversos países, como México e Panamá para organizar os trabalhadores nas Américas.

Os senhores vão traçar estratégias, como lutar contra a retirada de direitos?

Vamos discutir este tema com toda seriedade porque é evidente que, para os inimigos dos trabalhadores, é melhor os sindicatos não existirem. Todos os dias trabalham para debilitar o movimento sindical e para cortar pensões, direitos trabalhistas e seguridade social. Os trabalhadores enfrentam ainda a terceirização, que precariza o emprego.

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