Companheiros

Estamos atravessando uma das maiores crises vividas no país.

Até o momento não há norte que aponte para melhores dias. O cenário internacional não é nada animador. Uma corrente conservadora, nacionalista e protecionista teve seu cume com a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos.

Agora, é aguardar para ver se o futuro presidente da maior nação do mundo é um bravateiro ou um líder que apresenta perigo para o equilíbrio mundial.

Aqui no Brasil a crise se arrasta por mais de três anos, e a corda está arrebentando na mão do cidadão comum. A estimativa da queda do PIB para este ano (que representa a soma das riquezas produzidas) – é de 3,4%, o que é péssimo.

Já são mais de 22,7 milhões de pessoas em idade produtiva que estão sem trabalho ou trabalham menos do que poderiam. Segundo dados do IBGE, o número representa 13,6% dos 166,3 milhões de pessoas com idade para trabalhar. O IBGE segue a orientação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e considera que já se pode trabalhar a partir dos 14 anos.

Não bastassem todas essas noticias ruins, ainda nos encontramos numa grave crise política, mergulhada em corrupção desvendada pela operação lava jato. A crise está alçando níveis institucionais que envolvem os três poderes.

Ano que vem, temos que nos unir ainda mais para combatermos os ataques as regras trabalhistas vigentes no país e o desmonte da previdência. Não há uma só vírgula que escutamos do atual governo que não devemos desconfiar. Devemos lutar por uma discussão transparente.

O país exige e a sociedade merece respeito.

 

Danilo Pereira da Silva
Presidente da Força Sindical de São Paulo

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